Holocausto, Nazismo e Hitler - Literatura

Continuando a série de textos aleatórios sobre aleatoriedades, venho te dizer sobre o meu interesse na história do holocausto, das guerras do século 20 e em todas as coisas que se passaram naquele período. E eu ainda não sei dizer o motivo de tanto interesse.

Isso começou mesmo na minha leitura precoce ao livro Memórias de uma Gueixa. Existe um filme também, belíssimo, que tentou passar a profundidade do livro. Mas na maioria das vezes um livro é um livro. Li esse romance quando tinha uns 12 anos de idade e ele continua sendo disparado um dos melhores que já li na vida. É uma história pesada sim, tem muito o que refletir, a protagosnita passa por muita coisa, mas é maravilhoso.

O que me chamou muito a atenção na narrativa foi, claro, o desenvolvimento dela enquanto criança, enquanto gueixa e principalmente na guerra. Essa mesma guerra que tomou o mundo inteiro, alguns países mais que os outros - vide o Brasil, por exemplo.

Depois que li Memórias de uma Gueixa, li alguns recortes e textos em livros de história sobre o período. Depois foi o momento de ler A menina que roubava livros, uma HQ aqui e ali e dei uma parada básica para outros assuntos. Por mais que eu curta estudar esse período, é uma leitura muito densa e que mexe muito com o nosso psicológico (e sentimental). Não quero ler tantos livros desse assunto seguidos para não me tornar reclusa.

Acredito que parte da minha leitura seja para compreender mais das ações humanas, por mais que sejam extremamente difíceis de compreender. Por exemplo, busque as notícias das últimas semanas a partir da data de publicação desse texto. Não dá pra entender nada. É só desespero.

Eu ainda tenho uma mente muito positiva que quer acreditar em todo mundo (com aquelas exceções de exemplos tomados e situações vividas, claro). Não me entrou na cabeça ainda tudo o que se passou na Alemanha, passou pela Inglaterra, Japão, hoje Rússia, e a França. 

Oui, nous sommes arrivés en France. E é nesse país que comecei essa semana mais uma aventura em forma de diário sobre a ocupação ariana em Paris. O livro em questão: Resistência, Agnès Humbert. Eu não sei mesmo como ele chegou no meio de todos os outros livros que tenho. Acho que foi presente de um amigo pastorzinho. Não tenho certeza. O fato é que comecei a ler e está sendo aos poucos. Ele é dividido em partes e contado em forma de diário. Sempre que surgir algo interessante sobre ele, escrevo um pouco aqui. 

Bisus! 

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